Terra Oca e Intraterrenos 3 – Mundos Subterrâneos

“Ao longo de sua história, a humanidade terrena viu modificarem-se inúmeras vezes suas
percepções acerca da vida, do universo e da própria existência da espécie humana.
Mesmo assim, ainda cristalizamos nossas mentes nas verdades apresentadas pelas ciências ou religiões como se fossem absolutas, fechando-nos para a descoberta do novo……uma rápida olhadela pelo mundo nos revela que muito ainda nos falta. Falta-nos o elo de ligação que nos permita compreender, sentir e viver em plenitude, conectados com o movimento cíclico do Cosmos, com os diversos planos de existência, integrados e em harmonia conosco, com nosso próximo e com o universo.”(livro: Cidades Intraterrenas – O depertar da Humanidade)
Mais sobre o assunto da Terra Oca, depois do 1 e o 2, e relembrar alguns autores que citaram essa teoria
, porque através de pesquisa na internet se percebe que esse assunto se falou por muitos autores e cientistas há tempos remotos. No Google se encontra um cronograma dessas publicações que não são poucas!
E quase no final, alguns trechos do livro Cidades Intraterrenas onde se descreve essas Cidades de uma maneira bem interessante onde seus autores através de “Viagens Astrais” conheceram essas Cidades e os Seres que aí vivem, incluindo Cidades subterrâneas que se localizam no Brasil 
super Nova, estrela em formaçao que se vê o "vazio" de dentro

Super Nova, estrela em formaçao que se vê o "vazio" de dentro.

PRINCIPAIS AUTORES QUE FALARAM DOS REINOS SUBTERRÂNEOS

Esses são alguns autores que lembram da possibilidade da existência de Mundos Subterrâneos:

Francis Bacon, na Nova Atlântida fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Thomas Moore, no seu livro Utopia faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah;

Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia de Thomas Moore;

Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra(1864) também fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.

Bulwer Lytton, escreve em “A Raça futura” um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;

James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”…
Helena P. Blavatsky, a grande teosofista , escreve inúmeras obras nas quais Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta, que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.
Saint-Yves d´Alveydre, na sua obra Missão da Índia fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;
Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre Animais, Homens e Deuses, fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;
Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central” (com 960 Km de diâmetro), cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;
René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;

Mas foi Raymond Bernard, Nicholas Roerich e Alexandra David-Neel, que deram o melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e bem assim Henrique José de Souza (JHS), no seu livro O Verdadeiro Caminho da Iniciação, onde fala abertamente de um País Maravilhoso com suas 7 cidades no interior da Terra, conhecido por Agharta (AG – Fogo; HARTA – Coração) havendo outros dois reinos mais à superfície conhecidos por Badagas e Duat.

MAIS SOBRE A TERRA OCA
A ESSA estava longe de suspeitar que suas fotos no inicio de 1970, Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente (ESSA), que pertence ao departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgou para a imprensa fotografias do Pólo Norte tiradas pelo satélite ESSA-7 em 23 de novembro de 1968. Uma dessas fotografias mostrava o Pólo Norte com um imenso buraco ou abertura para seu interior. A ESSA nao imaginava que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse contribuir e despertar uma das controvérsias mais sensacionais a respeito da Terra Oca e dos Ovins. Na revista Flying Saucers, de Junho de 1970, o editor e ufólogo Ray Palmer reproduziu as fotos do satélite ESSA-7 junto com um artigo em que ele abordava a questão dos Intraterrenos ou de uma civilização mais avançada do que a nossa desde há milhares de anos, bem conhecida de resto pelos lamas ou monges tibetanos.
O vice-almirante Richard E. Byrd da US NAVY foi um destemido aviador, pioneiro e explorador polar, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, incluíndo um vôo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. Entre 1946 e 1947, levou adiante a operação em grande escala chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1390000 km2 de território antártico. As famosas expedições de Byrd entraram pela primeira vez na controvérsia da Terra Oca quando vários artigos e livros, especialmente Worlds Beyond The Poles (Mundos Além dos Pólos), de Amadeo Giannini, afirmavam que Byrd na realidade não voou por cima do pólo, mas sim dentro dos grandes buracos que levam ao interior da Terra. * sobre Almirante Byrd e o diario de bordo*

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Terra Oca e Intraterrenos 2 – Teoria

ver: Terra Oca e Intraterrenos 1 – Serra do Roncador

Terra Oca

“Não é fácil trazer ao mundo profano verdades absolutas até então mantidas sob um véu de mistérios e superstições. O homem terráqueo encarnado na superfície pouco conhece de si e do Planeta que habita. Talvez, se houvesse acreditado e praticado as Sublimes Lições do Mestre Nazareno, não teríeis vós, neste
momento, que levantar o véu, pois já não existiria.” (livro: CIDADES INTRATERRESTRES – O Despertar da Humanidade/GER – Grupo de Estudos Ramatis, 2003)

Publiquei um texto sobre Serra do Roncador no Mato Grosso com a historia do Coronel Fawcett, e a possibilidade da existência de vida intraterrena nessa região. É atualmente um tema controvertido, mas sem duvida tem cada vez mais pessoas interessadas neste fascinante e inquietante mundo. O Mundo dos Intraterrenos. Muitíssimo científicos de todo o planeta se unem a esta fantástica teoria, teoria que está sendo comprovada por eles mediantes cálculos científicos com muitas possibilidades da sua veracidade.
A melhor crônica de uma viagem a Terra oca fez o Almirante Richard E. Byrd de EUA. Seu descobrimento foi censurado e silenciado imediatamente pelas “autoridades”.
A ‘Sociedade da Terra Oca’ em Austrália conseguiu conservar os registros de Byrd que transcrevei adiante.
É a Terra oca por dentro e habitada por outras uma ou varias raças?
Se vamos a http://maps.live.com e elegemos a opção de 3D, para descarregar a versão em três dimensões dessa cartografia da NASA, podemos ver empregar a cartografia que emprega a NASA, que quer dizer que corresponde a fotografias de satélite tomadas pela NASA desde espaço. Observa-se nesta imagem do Pólo Sul ampliada verá que tem um círculo no centro da imagem. É um “remendo” que emprega a NASA para ocultar a cavidade no Pólo Norte da Terra.

Se vamos ao Pólo Norte e observamos, nos damos conta de que não existe nenhum casquete polar. Na foto aparecem os gelos de Groenlândia, o norte de Canadá e o norte de Sibéria, mas o casquete de gelo do “Pólo Norte” não aparece por nenhuma parte, porque não existe. A NASA falsificou a fotografia, ocultando a Abertura Polar Norte, da mesma maneira que ocultaram a Abertura Polar Sul.

A ciência nos diz que estão os pontos, do norte e do sul, que marcam exatamente onde as linhas da longitude se cruzam. A pesar de tudo nenhuma expedição teve êxito para chegar a tal ponto. Estudando amostras de perfuração profunda sabemos que a Terra é sólida a uma certa profundidade. Também sabemos que aumenta a temperatura dentro da Terra quanto mais profundamente se perfura, ao menos até o ponto onde se explorou; e portanto assumimos assim que a Terra deve ser sólida em direção ao núcleo. Isso se deve a medidas inexatas e uma assunção.

A compreensão atual da formação do planeta se forma através das linhas de pensamento da ‘Terra sólida’. Segundo Cate Malone, autor do artículo ‘A Terra Oca’, os astrônomos e os físicos crêem que os gases se condensam gradualmente em uma espiral que da voltas, até que a força da gravidade, (outro fenômeno não explicado) puxa deles em forma sólida. Tem, no entanto, outras possibilidades; um estudo simples da força centrífuga poderia desenhar uma Terra completamente nova para nós. A ciência aceita o que a Terra da voltas sobre seu eixo como um pião.

Malone afirma em seu artículo o seguinte: a força centrífuga faz que a Terra se achate levemente no equador e se aplane nos pólos. Para visualizar como poderia parecer a formação de um planeta, pense numa lavadora automática no ciclo de centrifugado. A roupa (gases, líquidos e partículas) se lança para as extremidades da máquina (gravidade). A porção do centro permanece desocupada. O oco do centro está firme. Do mesmo modo que a Terra nunca deixou de dar voltas, assim esta maquina de lavar nunca sai de seu ciclo de centrifugado. Se a máquina continua dando voltas, a água e a roupa começam a agrupar-se no centro.

“Antes de que Colombo descobrira América, a existência de um novo mundo cruzando o Atlântico, na forma de um continente ocidental, se considerava o sonho de um louco. O mesmo acontece, em nossa época, com a existência de um mundo novo, um mundo subterrâneo, no interior oco da terra; uma terra tão desconhecida para a humanidade atual como o continente americano para os europeus antes do descobrimento de Colombo. Portanto, não tem nenhuma razão para que não possa também ser descoberto e que se estabeleça sua existência como um feito”. (Dr. Raymond Bernard – Livro: A Terra Oca)
“Ë bem conhecido que os pólos magnéticos do norte e do sul não coincidem com os pólos geográficos como deveriam… se a Terra fora uma esfera sólida com dois pólos no extremo de seu eixo, ao ser um ima, seus pólos magnéticos coincidiriam com seus pólos geográficos. O fato de que não façam é inexplicável em base a teoria de que é uma esfera ‘sólida’. A explicação chega a estar clara quando assumimos a existência de aberturas polares, com os pólos magnéticos ao largo do borde circular destas aberturas, em lugar de num ponto fixo.”
Segundo Bemard a razão pelo qual ninguém encontrou os pólos do norte ou do sul é simples: “Os pólos magnéticos e geográficos não coincidem… porque enquanto que um pólo magnético se encontra ao largo do borde da abertura polar, os pólos geográficos se encontram no seu centro, em meio do ar e não em terra sólida.”

Este é o aspecto que apresentaria a abertura da Terra no Pólo norte, no interior da Terra tem uma segunda fonte de luz e energia, um sol interior.

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Terra Oca e Intraterrenos 1 – Serra do Roncador

UMA CIDADE SUBTERRÂNEA NAS SELVAS DO BRASIL
No imenso estado brasileiro de Mato Grosso (901.420 Km ²), se esconde um enigma de proporções similares a geografia que enfrentamos. No sector de suas chapadas ―um terreno em verdade complicado, com zonas baixas e pantanosas―, no coração das denominadas Serras do Roncador, se encontra um mundo perdido que se protege diante de sua indócil selva e as flechas dos guerreiros índios do Parque Xingu. Um cenário que parece ter sido extraído de um filme de ficção cientifica. Não obstante, ao dar uma olhada nesta paisagem, é inevitável associá-lo com o mistério do Paititi. Ainda mais ao encontrar claros indícios que aponta a uma raça de seres superiores que viveriam nas entranhas da Terra (outros pontos no mundo tambem mencionam) e que estariam custodiando a “verdadeira historia da humanidade, sua origem e missão”. Uma historia fascinante mas ao mesmo tempo difícil de crer. Será possível?
Há muito tempo se mencionou a zona do Roncador como um lugar que “esconde” uns dos ingressos a esse místico e esquivo mundo subterrâneo. Um ponto no mundo que é rico em diversas lendas e, também, em mistérios. Não em vão, que em 1925, o investigador George Lynch salientou na prestigiosa revista Science at Vie que em Mato Grosso se encontra a origem de todas as civilizações do ocidente.
Recordamos que neste mesmo ano, o Coronel inglês Percy Harrison Fawcett (medalha de ouro da Real Sociedade de Geografia de Inglaterra e chefe da comissão encarregada de delimitar as fronteiras entre Peru e países vizinhos) levou a cabo uma arriscada expedição nestas selvas indomáveis, de onde nunca mais regressaria.
A desaparição de Fawcett, devido a seus credenciais e reconhecimentos, acendeu um interesse inusitado nesta região do Brasil. Mais de um investigador se perguntava que havia ocorrido realmente com este Coronel que mais tarde inspiraria em Steven Spielberg ao famoso personagem de Indiana Jones, que, ao igual que Fawcett, se submergia na selva e outros pontos do mundo buscado desvelar os mistérios. ¿Tudo isto é somente ficção?
A ESTRANHA DESAPARIÇÃO DO CORONEL FAWCETT
O inquietante era que Fawcett partiu em busca de uma cidade secreta no Roncador, denominada por ele “Z”. E até a data, a mais de sete décadas de sua expedição, não se sabe a ciência ao certo o que ocorreu com o experiente Coronel, que desapareceu em meio das selvas do Xingu com seus dois acompanhantes, seu filho Jack, de 22 anos, e o fotógrafo Raleigh Rimmel. Um detalhe intrigante em torno da sua desaparição foi revelado em 1952 por outro de seus filhos, Brian, quem afirmou, com total certeza, que se, seu pai entrou naquela cidade perdida que buscava, e que a “gente” de ali não o deixaram sair…
A própria esposa do Coronel havia sustenido que quando viviam no extremo Oriente apareceram uns homens estranhos que lhe anunciaram feitos extraordinários para o futuro da família, antecipando, incluso, o destino de Fawcett. Esses homens seriam “emissários” da denominada Irmandade Branca ou “Academia Invisível” que vigia o mundo. Segundo se crê um conjunto de elevados Mestres que protegem os segredos da Terra. Aqueles seres estariam vinculados a lenda de Shambhala, que mais de um Lama conhece, mesmo que nesta ocasião estaríamos enfrentando o mesmo panorama nas selvas e montanhas de America do sul. A tudo isto se somou ao descobrimento científico de Machu Picchu por Hiram Binghan, em 1911, feito que daria ao Coronel maior força a sua convicção de partir a Serra do Roncador, que deve seu singular nome aos estranhos sons que parecem surgir do solo. Outro feito inexplicável já que o vento não pode gerar tremendos fragores que parecem gerar-se na entranhas do lugar. E já se descartou qualquer tipo de atividade sísmica na zona. Então, quem ou o que gera esses sons, que as vezes são metálicos ou mecânicos?
O explorador, sabia que em Brasil ―assim como em outras regiões ainda sem investigar de América do Sul― jaziam escondidas, ocultas, ancestrais cidades de pedra, enterradas baixo o conveniente manto selvatico. Já nas suas viagens pelo continente, Fawcett havia ouvido dizer dos “índios loiros, de olhos azuis”, como remanescente de uma perdida cultura que chegou de terras longínquas logo após um cataclismo. Todos estes dados lhe aventuraram em 1921 a buscar a cidade perdida de Bahia. O certo é que, a margem daquela silenciosa pesquisa ―pouco se sabe em realidade o que encontrou Fawcett y decidiu calar― existe uma jazida arqueológica na Bahia, concretamente em Igatú, perto de Andarai, em plena meseta Diamantina. Alguns a chamam, inclusive, “A Machu Picchu brasileira”.
É importante dar um olhada neste mistério em Bahia pelo fato desta cidade aparecer no “manuscrito 512”, que se conserva na Biblioteca Nacional de Rio de Janeiro. A existência deste enclave, e as revelações deste manuscrito, puseram a Fawcett trás uma “pista”. Vejamos o que diz o manuscrito.
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